Destaca-se ainda o quantitativo de 3.850 famílias com membro com deficiência, o que indica presença relevante de demandas específicas relacionadas à inclusão, acessibilidade e necessidade de articulação com políticas intersetoriais, como saúde e educação.
Observa-se estabilidade na taxa de agendamento da saúde, que passou de 86,01% para 85,42%, indicando declínio do acesso, ainda que com leve redução. Em contrapartida, a taxa de atualização cadastral apresentou crescimento relevante, de 82,33% para 89,33%, demonstrando avanço na qualificação da base de dados e maior aderência das famílias à atualização obrigatória.
A taxa de frequência escolar reduziu de 87,17% para 85,42%, sinalizando possível necessidade de atenção intersetorial com a educação, especialmente no acompanhamento de condicionalidades. Já a taxa de cobertura das famílias do Bolsa Família, com base na PNAD, apresentou pequena variação negativa (de 98,75% para 98,11%), mantendo-se, contudo, em patamar elevado, o que indica boa capacidade de inclusão do público elegível.
Por fim, a taxa de cobertura das famílias no Cadastro Único aumentou de 93% para 94%, evidenciando ampliação da base cadastral e melhoria na identificação das famílias de baixa renda no município.
De modo geral, os dados apontam avanço na atualização cadastral e ampliação da cobertura, com necessidade de atenção pontual às condicionalidades de educação e leve oscilação no acesso à saúde, reforçando a importância da articulação intersetorial e do monitoramento contínuo dos indicadores.
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